De onde vem aquela sensação incontrolável de ‘quero beber mais’? A ciência sabe

De onde vem aquela sensação incontrolável de ‘quero beber mais’? A ciência sabe

4 minutos Já sabemos que, segundo cientistas da Universidade de Montreal, no Canadá, o consumo de maconha é mais prejudicial para o cérebro de adolescentes do que a ingestão de bebida alcoólica. Mas isso não quer dizer que o álcool não faça mal ao cérebro. Pesquisadores da Universidade de Brown, nos EUA, revelaram que o álcool sequestra os mecanismos de formação das memórias e muda a expressão das proteínas nos neurônios, criando aquela incontrolável sensação de “quero beber mais” a despeito de eventuais memórias Continue lendo→

O povo decidiu: #elaNÃO

O povo decidiu: #elaNÃO

1 minuto Sintonia Eleitoral é uma ferramenta de engajamento cívico da empresa canadense Vox Pop Labs e oferecida no Brasil exclusivamente pelo G1, portal de notícias do grupo Globo. Desenvolvida por uma equipe de cientistas sociais e estatísticos, os resultados são baseados em 496.038 respostas de uma pesquisa realizada entre 21 de setembro e 29 de outubro. Os dados foram ponderados por gênero, idade, educação e região para assegurar uma composição da amostra que reflita a atual população do Brasil de acordo com os Continue lendo→

Consumo de cannabis atrasa desenvolvimento cognitivo

Consumo de cannabis atrasa desenvolvimento cognitivo

3 minutos Estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Montreal, no Canadá, afirma que o consumo de maconha é mais prejudicial para o cérebro de adolescentes do que a ingestão de bebida alcoólica. Publicada no periódico científico American Journal of Psychiatry, a pesquisa – que acompanhou 3.800 adolescentes (acima dos 13 anos) de mais de trinta escolas canadenses ao longo de quatro anos – identificou que os adolescentes usuários regulares de maconha podem sofrer danos duradouros na capacidade de pensamento. Os testes cognitivos mediram Continue lendo→

Os filhos do crack

Os filhos do crack

menos de 1 minuto Já mostramos aqui a vida das crianças que sofrem desde o parto com os efeitos da droga e como famílias e médicos cuidam desses bebês. Um recém-nascido filho de uma usuária de crack, por exemplo, pode ter sequelas que vão aparecer durante as primeiras semanas, meses ou anos de vida. Durante seis anos a repórter Luciana Osório acompanhou crianças que sofrem desde o parto com os efeitos da droga. Na reportagem abaixo exibida no programa Fantástico deste domingo (4), ela Continue lendo→

Hiperconectividade: um problema hiper-social ou antissocial?

Hiperconectividade: um problema hiper-social ou antissocial?

3 minutos Quando a televisão surgiu no século 20 os pais de então ficaram muito preocupados. O aparelho, entretanto, conquistou seu espaço. Já no século 21 a preocupação dos pais é o avanço da internet que, assim como a TV, também conquistou seu espaço. E, da mesma forma que os aparelhos televisivos, tablets e smartphones fazem parte do cotidiano de muita gente com as devidas consequências boas e más, como a nomofobia – o pavor de estar sem o telefone celular disponível –, assim Continue lendo→

Dobrou o número de homens com câncer orofaríngeo

Dobrou o número de homens com câncer orofaríngeo

2 minutos Chefiado pelo pesquisador Amber D’Souza, um estudo da Escola de Saúde Pública Johns Hopkins Bloomberg publicado na revista Annals of Oncology analisou o risco de se desenvolver câncer na garganta por conta da infecção por HPV a partir de sexo oral. O resultado: homens com muitos parceiros de sexo oral têm maiores chances de desenvolver este tipo de câncer – e que ficam ainda maiores se a pessoa for fumante. Entre homens, a taxa de pessoas que são diagnosticadas com câncer orofaríngeo Continue lendo→

Aconteceu com eles e pode acontecer com qualquer um, inclusive você

Aconteceu com eles e pode acontecer com qualquer um, inclusive você

2 minutos Era final de Copa do Mundo. Domingo à tarde, milhões de brasileiros estavam reunidos em frente à TV para assistir França e Croácia definirem quem seria a nova campeã mundial de futebol quando, já próximo do final da transmissão, o comentarista da Rede Globo Walter Casagrande aproveita a oportunidade para falar de um problema que passa longe da programação global – e televisiva, de modo geral: dependência química. “Essa foi a Copa do Mundo mais importante da minha vida. Eu tinha a Continue lendo→

Livros sobre dependência química que você precisa ler

Livros sobre dependência química que você precisa ler

4 minutos Estamos sempre divulgando livros sobre o tema dependência química. Neste Dia Nacional do Livro, portanto, nada mais natural que façamos uma nova lista, com obras que trazem informações importantes sobre o tema. Afinal, adquirir conhecimento por meio de livros sobre dependência química pode ajudar na melhor compreensão sobre o problema ao fazer uma abordagem da maneira e no tempo corretos. Confira:   DEPENDÊNCIA QUÍMICA: PREVENÇÃO, TRATAMENTO E POLÍTICAS PÚBLICAS Completamente revisada e atualizada, esta segunda edição de Dependência química: prevenção, tratamento e Continue lendo→

Ampliando a recuperação e a reinserção social de dependentes químicos

Ampliando a recuperação e a reinserção social de dependentes químicos

2 minutos O governo anunciou a ampliação do programa de acolhimento de dependentes químicos em comunidades terapêuticas. Foram liberados R$ 90 milhões para a ampliação do número de vagas de 6 mil para 9,4 mil. O acolhimento estava previsto em edital publicado em abril pela Secretaria Nacional de Política sobre drogas (Senad). Para fazer a ampliação das vagas serão investidos cerca de R$ 90 milhões. Para a liberação do recurso, foram remanejados os orçamentos dos ministérios da Saúde, da Justiça e do Desenvolvimento Social. Continue lendo→

Nomofobia e TOC de checagem: o mesmo distúrbio?

Nomofobia e TOC de checagem: o mesmo distúrbio?

3 minutos Como já sabemos, nomofobia é um transtorno do controle dos impulsos, é uma compulsão, o medo irracional de permanecer desconectado do mundo virtual, causando dependência. E, em sendo um tipo de vício, é de se esperar que cause muitas repercussões negativas nas relações interpessoais (principalmente as familiares) e de desempenho, sejam acadêmicas ou lavorativas. Os nomofóbicos são, portanto, pessoas que deixam o celular ligado 24 horas por dia e sentem-se rejeitadas quando ninguém lhes telefona e que enfrentam síndrome de abstinência quando Continue lendo→